Tuesday, April 17, 2007

Burns Night...



No dia 27 de janeiro comemoramos a Burns Night. Mais uma das tradições escocesas que conhecemos com nossos amigos da igreja. Para saber os detalhes desta comemoração, ou até mesmo para aprender como preparar a sua própria festa, sugiro uma visita na Wikipedia (link no final do post). Agora, se você se contentar com minha explicação... aí vai.

Robert Burns (ou Rabbie Burns, como é carinhosamente chamado pelos escoceses) é o maior poeta da Escócia. Ele nasceu em 1759 e morreu com 37 anos de idade. A maior parte da sua obra foi escrita em inglês, mas ele também é famoso pelos versos escritos em “Lowland Scots”, uma das línguas originais da Escócia, que ainda é diferente do “Scottish Gaelic” falado nas Highlands. Seus textos variam desde pesadas críticas políticas à contos cômicos. Confesso que nunca tinha achado graça em ler poesia em inglês, mas agora comecei a gostar por causa do estilo deste nosso amigo. Roby Burns é um dos heróis da Escócia. Por isso, a data de seu nascimento é celebrada por Scots no mundo inteiro. Geralmente no sábado mais próximo do dia 25 de janeiro os escoceses preparam um jantar cheio de cerimônias. Vamos a elas:

Primeiro, o jantar deve ser organizado na casa de um escocês, que convida seus amigos para a festa. Tudo começa bem devagar, com os convidados assentados em volta da lareira comendo tira-gosto e degustando diversos tipos de whisky (escocês, é claro). Chegada a hora da refeição, o anfitrião chama os convidados à mesa para a entrada do prato principal, a estrela da noite, o Haggis!

Vamos abrir um parênteses para explicar o que é o Haggis. Tradicionalmente, é um embutido que leva miúdos de cordeiro (fígado, coração, rins e pulmão!) moídos com cebola, especiarias e aveia. Com essa farofa (vamos dizer assim) você recheia o estômago do cordeiro (pensou que ele fosse ficar de fora!?) e cozinha por horas em fogo brando. O recheio vai inchando, inchando e o estômago vai crescendo como uma bolsa. Já está com água na boca, aposto! Claro que este é o jeito antigo de se preparar um Haggis, hoje você simplesmente compra ele pronto no supermercado (e o estômago foi substituído por um tipo de saco plástico), é só cozinhar. Aí vai outra confissão: Lilian e eu provamos e aprovamos, muito saboroso (mas ainda vou demorar pra provar a buchada de bode no Brasil, o parente mais próximo do haggis).

Fechando o parêntesis, voltemos ao jantar. Todos sentados à mesa se preparam para a entrada do Haggis. A travessa entra na sala precedida por um escocês marchando e tocando gaita-de-fole (bagpipes). Atrás dele vem a dona da casa com a travessa, que é colocada no centro da mesa. Terminada a música, o anfitrião lê uma oração de agradecimento pelo alimento (também escrita por Burns) e chama o convidado de honra para o momento mais esperado da noite: o corte do Haggis! O convidado se levanta e começa a declamar uma poesia de Burns, escrita em inglês de 1700, chamada “Address to a Haggis”. As emoções afloram e a alegria escocesa culmina quando o convidado desembainha sua faca e corta o Haggis na metade em um único movimento, no momento exato da leitura dedicada a este prato maravilhoso (!). Um último comentário, eu era o convidado de honra.

Daí pra frente o jantar prossegue normalmente, acompanhado de vegetais (neeps and tatties), whisky e música escocesa. Terminada a refeição, todos voltam para a sala e começa a sessão leitura. Vários poemas de Burns circulam de mão em mão pela sala, onde todos os convidados lêem entusiasmados os versos deste ilustríssimo autor. Claro que a maioria não entende nada: o texto de 1700, declamado por um brasileiro, forçando um sotaque escocês soa como qualquer outra coisa, menos poesia. Brincadeiras a parte, recomendo a leitura de um lindo poema chamado "A Man's A Man for A' That". Nos divertimos e também aprendemos muito nesta noite.

Rapidamente, um resumo para você que acompanhou as fotos: Lá em cima você vê as meninas com seus olhos furiosos porque foram flagradas ensaiando um poema; depois vem o nosso delicioso Haggis logo após eu ter desferido o golpe final; uma seleção de especialidades escocesas sobre a mesa; uma seqüência do Guto tentando tocar bagpipes; finalmente, um legítimo highlander mestre na arte; e nossos amigos proporcionando uma magnífica discussão entre Einstein e Da Vinci.


Burns Night
London
27/01/2007

Link para os curiosos:
Wikipedia: Burns supper

Os poemas que citei no post:
Address to a Haggis
A Man's A Man for A'That

Tuesday, March 20, 2007

Inverno na Bélgica... (Parte 2)


Sem demora, sem demora… está na hora do próximo post. Antes que nossos leitores se esqueçam que nosso blog existe... Continuaremos a viagem pela Bélgica, onde fomos passar uns dias entre o Natal e o ano novo. Na primeira parte nós mostramos um pouco de Bruxelas. Agora vamos para a segunda parte, onde você vai passear conosco durante um dia em Bruges.

Bruges é uma cidade muito, muito pequena no meio do caminho entre Bruxelas e o litoral da Bélgica. Se você leu o post anterior sabe que esta rota ao norte de Bruxelas foi responsável pelo desenvolvimento de vilas muito ricas por causa do comercio de rendas, tapeçaria, etc. Bruges foi o principal centro econômico da Bélgica medieval e também uma das cidades mais importantes da Europa da época.

Um dos parâmetros para se medir a riqueza de uma cidade desta época é a altura das torres das igrejas (e também o número de igrejas). Quanto maior a torre, mais famosa é a igreja e mais importante e admirada é a cidade. Quanto mais famílias ricas, mais igrejas pontudas... e por aí vai. Resumindo, nunca vi tantas igrejas gigantes num lugar tão pequeno.



A arquitetura do lugar é fantástica. Como toda cidade medieval, há uma praça no centro que funcionava como mercado. Em volta ficavam os principais prédios, como bancos, prefeitura, cartório e tavernas. Hoje em dia esta praça é o centro turístico e ao redor existem vários restaurantes. Como fomos logo depois do Natal, encontramos um mercado bem colorido com barraquinhas de bugigangas e comidas típicas. Também no centro da praça havia uma pista de patinação no gelo. E que gelo! Estávamos congelando só de assistir!

Pegamos uma semana bem fria na Bélgica. Não nevou, mas nem precisou! Também não choveu e nós pudemos andar a cidade inteira (inteirinha!) a pé. Se você for reparar nos trajes de inverno da Lilian, sugiro que repare também no vermelho do nariz dela... Nosso passeio durou um dia. Chegamos de trem de manhã e voltamos pra Bruxelas ao anoitecer.

Mas o charme de Bruges está no canal. À medida que a cidade foi crescendo eles foram desenvolvendo um sistema de canais. Assim, há uma rota de navegação desde o centro da cidade até o rio e então para o mar. Hoje, a rede de canais é mais turística do que comercial. Pequenos barquinhos levam turistas ao redor do centro parando na beira de cafés e restaurantes. Almoçamos num destes restaurantes na beira do canal e foi interessante saber que a dona é uma brasileira. Quando o sol se pôs o frio chegou de vez! A Lilian não sossegou enquanto não ganhou um chocolate quente.

Esse foi o nosso dia na cidade medieval mais bem conservada da Europa (é o que dizem, precisamos conhecer as outras pra comparar). Pra resumir, fique com o comentário da Lilian: “Bruges era tudo o que eu imaginava da Europa!”.


26-29/12/2006
Bruges
Bélgica









Tuesday, March 06, 2007

Inverno na Bélgica... (Parte 1)


Dia 26 de dezembro de 2006 fomos conhecer um novo país. Fizemos uma viagem de quatro dias, entre o Natal e o ano novo, e já estávamos de volta em Londres para a virada do ano. Bem-vindos à Bélgica!


Mais uma vez fomos viajar de trem. O Eurostar é uma ótima opção entre Londres, França, Bélgica e Holanda. Melhor que viajar de avião. Saímos de Londres bem cedinho (como de costume) para aproveitarmos ao máximo os quatro dias e fomos direto pra Bruxelas, a capital. Ficamos em um hotel bem no centro, perto da Gran Place. A cidade não é muito grande e pudemos ir andando para todos os lugares em volta do centro sem problemas. O metrô e os bondes também funcionam bem. Praticamente andamos a cidade inteira! Parte alta e parte baixa, parte velha e parte nova. Aliás, uma das coisas mais bonitas em Bruxelas é o contraste entre a arquitetura medieval e os novos prédios de vidro. Tudo tem o seu charme! Mais uma vez (ufa!) zeramos o guia.

Pra começar, é bom saber que os belgas são o motivo de piada dos franceses. Eles costumam perguntar: "você se lembra de um belga famoso?" E já completam: "tá vendo... os belgas mais famosos são ficção": Hercule Poirot (o detetive de Agatha Christie), Tintin (aquele mesmo dos quadrinhos) e os Smurfs (!). O país também é famoso pelo clima: chuva, chuva e mais chuva. Experimentamos um pouco dela durante nossa estada.

A Bélgica sempre foi palco de batalhas durante as guerras na Europa. Na rota entre Alemanha e Reino Unido e na rota entre França e Rússia, eles sofreram um bocado com Napoleão, invasões e bombardeios. Muitas cidades foram destruídas durante a segunda grande guerra.

Mas os belgas são mesmo famosos por sua comida e artesanato. Na opinião da Lilian, "o melhor da Bélgica são os chocolates". Veja as fotos e você vai entender do que ela está falando. Mas, variedade mesmo você encontra nas cervejas. Nunca vi tantos tipos diferentes de cerveja em um lugar tão pequeno! As receitas tradicionais são secretas e ficam trancadas nos mosteiros trapiches. Lá você degusta cerveja como se degustaria um vinho. Cada uma delas tem sua taça especial e é indicada para acompanhar um tipo específico de comida. Os frutos do mar, especialmente mariscos na cerveja, são especialidades servidas em todos os restaurantes de Bruxelas.

Os artesanatos também impressionam. A Bélgica não é apenas famosa pelos diamantes de Antuérpia, mas também pela tapeçaria e rendas fabricadas artesanalmente em muitas vilas do país. As rendas mais finas, complexas e delicadas chegavam a ser avaliadas como jóias e faziam parte da herança deixada de mães para filhas. Alguns tapetes tem cores e detalhes tão vivos que parecem pintura a óleo. Este comércio foi responsável pelo desenvolvimento da Bélgica na idade média, principalmente da rota entre Bruxelas e o porto no Mar do Norte.

Escolhemos essa data para irmos para a Bélgica justamente por causa do famoso mercado de Natal (e também pela promoção dos hotéis, claro). Eles montam uma feira de barraquinhas de comidas típicas e artesanatos. O centro de Bruxelas fica lotado de gente, epecialmente depois do Natal, quando as barraquinhas entram em promoção (!). Os pontos turísticos de Bruxelas recebem uma decoração especial de Natal, mas impresisonante mesmo é o show de luzes projetadas nos quatro lados da Gran Place! Não dá pra explicar, veja o vídeo e imagine-se lá. Fantástico! Esse prédio alto com uma torre no centro é o Hotel de Ville, o prédio mais importante de Bruxelas que funcionava como centro cívico, administrativo e de comércio (um tipo de cartório, assembléia, town hall, banco... tudo em um). A Gran Place era o centro do comércio na época medieval.

Bruxelas é uma das cidades mais importante da Europa. Ela é a sede do Parlamento Europeu que governa a União Européia. A Bélgica foi um dos países com mais interesse na formação do bloco e esteve envolvida desde o começo, quando eram apenas seis países. Mesmo sendo um país pequeno, eles falam duas línguas: Flemish (uma derivação do holandês) e francês. Flemish (nerlandês ou flamenco) é falado ao norte, na região chamada Flanders; francês é falado ao sul. Oficialmente, a região de Bruxelas fala as duas línguas.

Bom, esse foi o primeiro post. Ficamos três dias em Bruxelas e fomo passear um dia em Bruges, considerada a cidade medieval mais bem preservada da Europa. Aguardem... logo virá o segundo post.


26-29/12/2006
Bruxelas
Bélgica







Mais Lilian com seus chocolates...










Thursday, February 15, 2007

Natal e ano novo…


Antes que o ano fique velho, deixe-me escrever sobre o nosso ano novo, isto é, sobre a nossa virada de 2006 para 2007! Mas, antes disso vem o Natal... então vamos por partes.



A cidade fica toda enfeitada. A Oxford Street (a Oscar Freire daqui) já exibe suas luzes desde novembro. As lojas, restaurantes e galerias mergulham numa competição comercialista para ver quem arrasta mais fregueses. Aquela multidão de pessoas sai das calçadas e invade a rua como formigas desesperadas pela última oferta. Se decidir ficar parado, má idéia, rapidamente é arrastado pela enxurrada de sacolas ou enlaçado por cachecóis sem donos. Melhor agarrar num poste ou brigar por um lugar no café mais próximo. Claro que isso não é nenhuma novidade para quem conhece a 25 de Março em véspera de carnaval (ai que saudades dos acampamentos!). A única diferença é o frio e o perfume francês. Mas voltando ao assunto inicial, a iluminação é linda.

Passamos o Natal em London e comemoramos duas vezes: uma com os amigos brasileiros e outra com os amigos ingleses. Fizemos uma ceia no dia 24 e convidamos alguns amigos para celebrarmos juntos. Como o flat é pequeno, tivemos lotação máxima! Os ingleses não comemoram a véspera do Natal. Abrindo um parênteses, eles não fazem nada no dia 24 à noite. A rotina não muda, saem do trabalho, vão pra casa, jantam e dormem. Nem papai Noel aparece (claro, ele deve estar ocupado no Brasil). Aqueles que ganham presentes (as crianças) acordam cedinho no dia 25 para conferir a árvore. Passam a manhã toda em casa se preparando para o almoço. Ah, isso sim eles comemoram! Almoçam como se não tivessem comido o ano inteiro. Fazem tanto peru que ficam comendo sorobô por meses (não sabe o que é sorobô!?). Meses mesmo... congelam peru assado e vão fazendo torta de peru, sanduíche de peru, salada de peru e o que mais inventarem. Bom, como nós tivemos duas comemorações de Natal, e também fizemos nosso peru para a ceia do dia 24, ainda estamos comendo peru congelado até hoje. E como somos apenas nós dois em casa, a previsão é que teremos peru até a páscoa. Hora de fechar aquele parênteses aberto no inicio do parágrafo.

Fomos convidados para o almoço de Natal na casa de uma família da igreja: a família Silva (!) que vocês já conhecem de outros posts. No dia 25 fomos para a casa deles de manhã e ficamos por lá o dia todo. Deixe-me aproveitar para explicar um pouco da tradição por aqui. Todos sentam à mesa e recebem um “Christmas cracker”, um tipo de cartuchinho de papel com uma espoleta. Duas pessoas puxam as pontas do cartucho até ele estourar. Dentro tem uma coroinha de papel, um brinquedo e um papelzinho com uma piadinha (geralmente sem graça). Você guarda o brinquedo, lê a piadinha e coloca a coroinha. Isto é para lembrar dos presentes que os reis do oriente trouxeram pra Jesus na estrebaria. Bom, depois do almoço é só curtir a tarde de frio torcendo pra nevar (o que nunca acontece), já que todo inglês é louco para ter um “white Christmas”.

Mas, além de tudo isso, teve uma coisa que realmente me impressionou. A quantidade de concertos e cultos especiais com músicas natalinas. Ah, uma maravilha! Fomos a um concerto de Natal no Royal Albert Hall que foi inesquecível (veja o filme no post de dezembro de 2006). Quase todas as igrejas anglicanas fazem seus “carol services”, cultos com músicas especiais de Natal. Fui em vários, mas fiquei com muita saudade de poder tocar.

O post já está longo e eu nem falei do ano novo ainda. Bom, passamos a virada na casa de um casal de amigos brasileiros. Passamos somente nós quatro, mas não poderia ser melhor. Luciana e Josué são amigos muito queridos. Pela cara das garotas dá pra perceber que a feijoada estava fantástica (nosso amigo Josué é chefe e trabalha no melhor restaurante brasileiro em London). E para melhorar, tudo isso sem Faustão!

Mas tem um pedaço muito importante que estou pulando. Nos dias entre o natal e o ano novo nós fizemos uma viagem para a Bélgica. As fotos vem nos próximos posts, aguardem...




Natal e ano novo
London

2006-2007








Friday, January 26, 2007

Amigo é coisa...


Uma das melhores coisas desta nossa vida em Londres é a quantidade de novos amigos que temos feito. A igreja aqui nos recebeu de braços aberto, muito hospitaleira, e fizemos amizade para a vida inteira. No Imperial College também encontramos pessoas fantásticas, tanto no meu trabalho, quanto no departamento da Lilian. Também por causa da variedade nas nacionalidades em Londres, podemos dizer que temos amigos de todos os continentes (exceto a Antártica... hehe)!

Pra relembrar, aí vai uma foto de uma viagem que fizemos para Sevenoaks, Kent, na primavera. A maioria das pessoas nesse grupo é de sul-africanos. Outro dia, Lilian e eu fomos praticar nosso Afrikaans (!) e saímos para jogar boliche com uns amigos. No final eram os sul-africanos que estavam falando português (e com sotaque mineiro, uai!). Não preciso falar que a Lilian deu outro show a destruiu no boliche, desbancando todos os marmanjos (e isso porque ela só consegue jogar com a bola leve-pluma-extra-penna).

Na seqüência, outra foto para relembrar a expectativa dos amigos antes da Copa 2006 (porque a Copa mesmo todo mundo quer esquecer por aqui). Esse pessoal aí em nossa casa faz parte do nosso House Group da igreja (ainda estão faltando dois). Todos moram na região sudeste de Londres e nos encontramos a cada duas semanas. Tem sido uma experiência muito agradável e enriquecedora também.

A seguir, algumas das meninas da LCPC, todas entre seus 2 e 30 aninhos. Esta foto é bem recente, tirada no domingo passado, logo após um almoço que tivemos na igreja. Estávamos indo para a casa de um casal de amigos passar a tarde (na verdade, a Lilian queria tomar chá). E tivemos uma surpresa: a nossa amiguinha de 2 anos (para casa de quem estávamos indo) decidiu ir conosco de ônibus. Apostamos que ela iria chorar, desistir e voltar para os pais, mas ela foi alegre e aproveitando sua aventura até chegar em casa. Surpresa para nós... maior ainda para os pais!

Por fim, alguns amigos que estão aqui em Londres na mesma situação que nós. Todos esses brasileiros são alunos de pós-graduação aqui no Imperial College. Nos encontramos pela primeira vez em uma recepção na embaixada brasileira. Certamente você verá mais fotos desse povo por aqui. Nesse pequeno grupo cobrimos o território nacional de Passo Fundo à Fortaleza, passando por Brasília e Varginha (é claro!).

Como não poderia faltar... uma típica comemoração de brasileiros afogando as mágoas numa feijoada. Repare no guaraná e na pimentinha brasileira no centro da mesa. E estava uma delícia! Novos amigos, bons amigos... mas, como sentimos falta dos velhos amigos! Logo poderemos encontrá-los (é o que está escrito no ímã da minha geladeira).


2006/2007

Novos amigos

London